VII Jornada de Estudos em Poesia Portuguesa

O nosso polo de pesquisa realizou, na semana passada, a sétima edição da Jornada de Estudos em Poesia Portuguesa Moderna e Contemporânea, na Universidade Federal de Minas Gerais. O evento homenageou o poeta Daniel Faria, estudado no segundo semestre do ano passado.

A conferência de abertura ficou aos cuidados de Viviane Cunha, professora da UFMG. Em sua instigante apresentação, intitulada “A figura da malmaridada no cancioneiro românico medieval”, tivemos a oportunidade de saber um pouco mais das cantigas da Idade Média sobre as mulheres mal casadas.

Logo depois, foi realizada a primeira rodada de discussão da jornada, ainda na noite do dia 21 de junho: “Que a mão escreva na língua o que a língua há-de cantar: Daniel Faria”. Nela, Erick Gontijo Costa apresentou o trabalho “Uma pedra fechada pelo lado de dentro”, Moisés Paim Fonseca foi o responsável por “Onde o ontem podia ser hoje”: a disposição cíclica do tempo em Uma Cidade com Muralha, de Daniel Faria”, Paulo Cantalice discutiu “O percurso da poesia em Explicação da pedra enquanto lume, de Daniel Faria” e Lucca Tartaglia abordou “Das madrugadas: um breve estudo sobre os livros da idade juvenil de Daniel Faria”.

O debate acerca da poesia portuguesa continuou no dia seguinte, agora em uma mesa que tinha como intuito apresentar uma abordagem mais ampla da poesia portuguesa. Em “A palavra em seu gume: poesia portuguesa moderna e contemporânea”, tivemos a oportunidade de saber mais da pesquisa realizada por Raquel Madanêlo, com sua comunicação “Entre cartas e dedicatórias: José Osório de Oliveira e os modernistas brasileiros”; Luana Cota Drumond, em “A leitura de poesia brasileira por Sophia Andresen”; Patrícia Chanely Silva Ricarte, com “Se tivéssemos música: a poesia como errância e como perda na lírica portuguesa contemporânea”, e, por fim, Patrícia Resende Pereira na leitura de “A lentidão da imagem, o coração vertiginoso: poesia e cinema no filme Carlos de Oliveira – Sobre o lado esquerdo”.

O nosso evento foi encerrado com a mesa “Repetir dia após dia os mesmos gestos: Hélia Correia”, concentrada em discutir a poesia e o teatro de Hélia Correia, estudada no primeiro semestre de 2017. Para tanto, tivemos os seguintes trabalhos: “Os homens estão completamente sós: Notas sobre a Antígona de Sófocles em Hélia Correia e Hölderlin”, de Mariana Pereira Guida; “O que fazer com os poemas dispersos de Hélia Correia?”, de Roberto Bezerra de Menezes, e “Apodera-te de mim: considerações sobre a ideia de amor na poesia e no teatro de Hélia Correia”, de Silvana Pessôa.

As fotos do evento podem ser conferidas logo a seguir.

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