PENSAR A PALAVRA-EXPERIÊNCIA – Homenagem a E. M. de Melo e Castro

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PENSAR A PALAVRA-EXPERIÊNCIA
HOMENAGEM A E. M. DE MELO E CASTRO

Guarulhos – São Paulo/SP – 23 de outubro de 2019
Belo Horizonte – Minas Gerais/MG – 28 e 29 de outubro de 2019

 Realização
Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP
Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG
Centro de Estudos Portugueses – CESP/UFMG
Polo de Pesquisa em Poesia Portuguesa Moderna e Contemporânea
Grupo de Estudos Lírica de Agudeza/UNIFESP/EFLCH-Campus Guarulhos/CNPq

Comitê organizador
Maria S. Fernandes Carvalho (UNIFESP)
Raquel Madanêlo Souza (UFMG)
Silvana Pessôa de Oliveira (UFMG)
Roberto Bezerra de Menezes (UFMG)

 
Apresentação
O poeta Ernesto Manuel Geraldes de Melo e Castro é um dos mais importantes escritores da língua portuguesa contemporânea. Nascido na pequena cidade lusitana da Covilhã, em 1932, sua obra traz juntos a maturidade e o ímpeto jovial de um homem das letras que sempre assumiu a palavra como ofício maior em vida e livros. Publicou dezenas de livros e recebeu alguns prêmios pelo conjunto de sua obra, poesia e crítica literária, dentre os quais destacam-se o Grande Prêmio de Poesia Inaset-Inapa, em 1990, cuja premiação trouxe a público a primeira antologia de sua poesia publicada até então, o livro Trans(a)parências: poesia. I – 1950/1990; e o Prêmio Jacinto do Prado Coelho, em 1995. A primeira antologia da palavra com imagens, o livro Visão visual, foi publicada em 1994. Desde então, muitos outros livros, poemas, objetos poéticos e ensaios críticos foram elaborados pelo poeta, por meio da crítica literária, no verso e nos pixels do computador. É pai da cantora e compositora Eugênia Melo e Castro, que lhe dedicou recentemente um disco chamado Mar virtual, no qual foram musicados 13 poemas de E. M. Melo e Castro. O poeta mora na cidade de São Paulo, no bairro do Sumaré.

Eixos temáticos

  1. Obra poética: poesia em versos e poesia visual;
  2. Obra crítica;
  3. Relações entre Poesia Experimental portuguesa e Poesia Concreta brasileira;
  4. Diálogos com outras poéticas.

 

Inscrições de trabalhos
Prazo para envio de resumos: 31 de março a 31 de julho de 2019.
Envio das cartas de aceite: até 15 de agosto de 2019.
Prazo para pagamento: até 15 de setembro de 2019.
Valor: R$ 15,00 (quinze reais)

Dados bancários para o pagamento da inscrição
Banco do Brasil (Silvana Maria Pessôa de Oliveira)
Agência: 8619-3
Conta: 910698-7

(Enviar a cópia do comprovante para o e-mail: palavraexperiencia@gmail.com)

Orientações para inscrição de trabalho
A proposta de trabalho deverá conter:

  1. Título;
  2. Nome completo do(s) autor(es), instituição de origem;
  3. Resumo com no mínimo 100 e no máximo 150 palavras;
  4. Palavras-chave: 3 (três);
  5. Indicação de local de apresentação: Guarulhos (UNIFESP) ou Belo Horizonte (UFMG).

Enviar o arquivo em formato .doc ou .docx para o endereço palavraexperiencia@gmail.com.

Publicação dos trabalhos apresentados
Os trabalhos apresentados poderão ser recomendados para publicação em dossiê dedicado a E. M. de Melo e Castro da Revista do Centro de Estudos Portugueses – RCESP (v. 39, n. 62, 2019).

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Tese de Roberto Bezerra de Menezes

Figurações do tardio no último Herberto Helder

Roberto Bezerra de Menezes

Entendendo a noção de estilo tardio como uma proposição de pesquisa que deve se desenvolver necessariamente com a aproximação do caso em análise, não como mera proposição descolada da realização artística e daquele que a produziu, muito semelhante ao que foi praticado por Edward Said, sem dispensar o que se apresenta como diferença e singularidade, a investigação de que nos ocupamos busca identificar traços de um estilo tardio (ADORNO, 2002; SAID, 2009) e/ou maneira (AGAMBEN, 2011) na última poesia de Herberto Helder, mais especificamente a partir da publicação de A faca não corta o fogo: súmula & inédita (2008), atentando, em especial, para as mudanças em sua poética decorrentes do confronto com a proximidade da morte, revelada a consciência da finitude.

Acesse: http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/LETR-AY5NDD?show=full

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Dissertação de Luana Cotta Drumond

De poeta a poeta: Sophia de Mello Breyner Andresen lê Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Murilo Mendes

Luana Cotta Drumond

Sophia de Mello Breyner Andresen é autora de uma das mais substanciais obras da poesia portuguesa do século XX, que construiu ao longo de quase 50 anos. Sem filiar-se a um movimento literário específico, Sophia soube articular em sua escrita elementos da tradição e da literatura moderna, bem como referências de diferentes culturas. Esta pesquisa, inscrita no âmbito do comparativismo literário, foca nas interlocuções com Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Murilo Mendes que Sophia Andresen estabelece em sua obra, pela citação, análise ou menção de poemas deles, e, partindo das leituras que a portuguesa demonstra ter feito, tenta compreender como ela se coloca na relação com a literatura e a cultura brasileiras. Considerando que os exercícios de leitura e escrita implicam-se um ao outro e que o posicionamento de um escritor como leitor é uma atitude de seleção e apropriação de seus precursores, assinalamos os poemas e ensaios de Sophia de Mello Breyner Andresen nos quais o diálogo com Bandeira, Cecília e/ou Murilo é expresso e, à luzde teóricos como Antoine Compagnon, Harold Bloom e Leyla Perrone-Moisés, bem como da fortuna crítica que cada um dos poetas engendrou, examinamos como as leituras dos brasileiros podem ter ajudado a formar a Sophia-poeta e de que maneira as obras deles aproximam-se ou distanciam-se da que ela se propôs realizar.

Acesse: http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/LETR-AYRFN7

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Call for Papers: Colóquio Internacional «O romance histórico em língua portuguesa: repensando o século XIX»

Call for Papers

Colóquio Internacional

«O romance histórico em língua portuguesa: repensando o século XIX»

 

Apresentação

Objeto de estudo de pesquisadores renomados ao longo do século XX, o romance histórico continua a suscitar questões que precisam de ser discutidas. Apesar da sua importância incontornável, mesmo o magistral O Romance Histórico (1955) de György Lukács tem fomentado debates com relação às categorias que nele definem o subgénero (JAMESON, 2007; ANDERSON, 2007). Por outro lado, como mostram Roberto Schwarz (1977), Franco Moretti (1997) e Silviano Santiago (1971), não é possível pensar nos romances produzidos nos países periféricos – principalmente as produções do século XIX – com as mesmas categorias utilizadas para analisar as obras literárias dos países centrais: um outro processo social há de pedir uma outra forma literária. Se no século XIX o Brasil ocupava, em termos macroeconómicos, a periferia do capitalismo, Portugal também se posicionava nesse espaço em relação à França e à Inglaterra, como aponta Boaventura de Sousa Santos (1994).

Em 2017 celebrámos os 150 anos da publicação de O Senhor do Paço de Ninães, de Camilo Castelo Branco, e os 160 anos da publicação de O Guarani, de José de Alencar, obras representativas do subgénero histórico nos países de língua portuguesa, que certamente possuem as suas particularidades, sendo mais do que reproduções dos modelos importados dos centros. Para além desses dois autores, Alexandre Herculano costuma ser apontado como o grande modelo do romance histórico em língua portuguesa, mas mesmo a sua obra ainda merece revisitação. A estes nomes há que acrescentar os de outros escritores oitocentistas portugueses e brasileiros, muitas vezes sem assento na história literária, mas cujo estudo pode ajudar a compreender melhor as características e as expectativas de leitura daquele que foi um dos subgéneros mais consagrados entre o público e a crítica oitocentistas.

Partindo destas questões, a USP e a UNESP (Brasil) foram as pioneiras numa série de quatro congressos destinada a propor novas abordagens para o romance histórico produzido em Portugal e no Brasil do século XIX, desde a narrativa dos primeiros romancistas em língua portuguesa até às obras finisseculares, que apontam para um outro olhar sobre as nações portuguesa e brasileira, até aos possíveis diálogos que podem ser estabelecidos entre essas produções e a literatura e as outras artes de outros países e épocas, destacando-se a contemporaneidade.

Depois do encontro realizado na Université Sorbonne Nouvelle – Paris 3, a terceira edição do Colóquio Internacional «O romance histórico em língua portuguesa: repensando o século XIX» terá lugar na Universidade do Minho (Portugal), com a colaboração do CREPAL, em parceria com a USP, a UNESP e a Universidade de Roma III, nos dias 14 e 15 de novembro de 2019.

As propostas de comunicação, constituídas por título, um resumo de 200 a 300 palavras e 5 palavras-chave, deverão ser enviadas para romancehistorico2019@gmail.com, juntamente com uma pequena nota biobibliográfica.

As comunicações não podem ultrapassar os vinte minutos.

Os textos das comunicações serão submetidos à revisão por pares (peer review). Os que forem selecionados farão objeto de uma publicação.

Datas importantes

  • Submissão de propostas: até 31/maio/2019
  • Notificação de aceitação: até 30/junho/2019
  • Data limite para inscrição com comunicação: 31/julho/2019

Línguas de comunicação

Português, Francês, Inglês, Espanhol

Taxas de Inscrição

Inscrições até 31 de julho de 2019: 80 euros

Após esta data, o valor das inscrições sofrerá um acréscimo de 20%.

Pagamento

NIB: 0035 0171 00167322630 15 [Caixa Geral de Depósitos]
Nome: UNIVERSIDADE DO MINHO
IBAN: PT50 0035 0171 00167322630 15
BIC/SWIFT: CGDIPTPL

*Por favor envie uma cópia do talão por e-mail para Ana Pereira com o seu nome, NIF e morada: apereira@ilch.uminho.pt

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Chamada – Revista do Centro de Estudos Portugueses / UFMG

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A Revista do Centro de Estudos Portugueses – RCESP/UFMG está com chamada aberta para composição do Dossiê Escritoras Portuguesas de Agora, organizado por Maria Graciete Besse (Université de Paris-Sorbonne/Paris IV), Maria Zilda Cury (UFMG) e Silvana Pessôa de Oliveira (UFMG). O número também abrigará artigos sobre a literatura e a cultura portuguesas, bem como suas relações com a literatura de outros países na seção Vária e resenhas de publicações recentes.

Prazo para submissões: 30 de maio de 2019.

Mais informações: http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/cesp/index

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Chamada – Tamanha Poesia

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Tamanha Poesia – Dossiê Hélia Correia on-line

Novo número da revista Tamanha Poesia on-line: Curta é a terra para os assinalados do amor: Dossiê Hélia Correia.

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Pessoa Plural – Um Novo Acto no Teatro Pessoano

Cordial saludo,

Con motivo de las nuevas discusiones que se crearon en el coloquio internacional The Theatre of Fernando Pessoa: prose, verse, and hypertext, organizado el 21 de junio de 2018 por el Centro de Estudos de Teatro de Portugal, Pessoa Plural acaba de publicar la entrega número 14, en la que se reúnen los artículos académicos que fueron presentados en el coloquio.

Los lectores de la revisa encontrarán artículos que abordan el Teatro Estático de Fernando Pessoa, el diálogo entre su obra y diferentes universos simbólicos como el modernismo ruso y el simbolismo francés, y las relaciones e influencias de otros autores, como Goethe, Marlowe y Shakespeare. El número cierra con una reseña crítica del Teatro Estático editado por Filipa Freitas y Patricio Ferrari, publicado en la editorial Tinta-da-China el año pasado.

Para mayor información acerca de esta entrega de Pessoa Plural, haga click aquí.

Lista de artículos en la revista con su respecto DOI (Digital Object Identifier):

Nota Editorial 
[Doi: 10.26300/ek8k-6013]

Pessoa e o drama russo: leituras e influências na primeira fase do Teatro Estático

[10.26300/atwp-p958]

Fernando Pessoa, leitor de Maurice Maeterlinck: do Teatro Estático ao drama em gente

[10.26300/d5qj-ah20]

Rendering the Formless: Language and Style in ‘Fausto’

[10.26300/at6s-bd10]

Outros Faustos: as influências da tradição sobre o ‘Fausto’ pessoano

[10.26300/mcre-nz25]

Pessoa, tradutor sucessivo de Shakespeare

[10.26300/xvx9-pt32]

Abrandamentos que adiantam: sobre o Teatro Estático de Fernando Pessoa

[10.26300/2w0k-8028]

A ‘Mensagem’ de Fernando Pessoa e o prémio de poesia do SPN de 1934

[10.26300/eray-jf59]

‘Magick in Theory and Practice’ de Aleister Crowley: Uma (re)descoberta na biblioteca particular de Fernando Pessoa

[10.26300/vjtn-sz04]

‘Cavalgada do Sonho’ de Côrtes-Rodrigues: um poema dactilografado ou recriado por Fernando Pessoa?

[10.26300/cc77-5j22]

The Pain of the Wound and the Balm of having understood the Gods

[10.26300/9nx4-0x23]

Uma viagem sonora pela Lisboa de Fernando Pessoa

[10.26300/0dxs-tn59]

Re-Produzir Pessoa, isto é, P1 + P2 = Autor
[10.26300/a107-eb54]

Pessoa a través de sus papeles personales

[10.26300/tw28-by35]

Las constantes políticas de Pessoa

[10.26300/rx0c-ch65]

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LANÇAMENTO | A mão mais inundada – Ensaios sobre poesia portuguesa moderna e contemporânea

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Lançamento do livro A mão mais inundada – Ensaios sobre poesia portuguesa moderna e contemporânea (Editora Oficina Raquel), organizado por Silvana Pessoa e Wagner Moreira. O volume é resultado das conferências e mesas-redondas do I Colóquio Internacional de Poesia Portuguesa Moderna e Contemporânea, realizado em 2016 na FALE/UFMG.

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Ciclo de Cinema Realismos Contemporâneos | A Ilha dos Ausentes

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No âmbito do Ciclo de Cinema Realismos Contemporâneos, o Museu do Neo-Realismo apresenta ao público, no próximo dia 14 de dezembro, pelas 21h00, o documentário A Ilha dos Ausentes, de José Vieira.

A Ilha dos Ausentes “É uma estranha viagem a que traz de volta ao país da sua infância aqueles que partiram. Neste road-movie de mil e quinhentos quilómetros, há a memória de uma ausência prolongada, a lembrança de viagens das quais não regressámos. É um périplo de interrogações sobre a relação que nos une ao país da nossa infância, aos que ficaram”.

Entrada gratuita, limitada à lotação da sala

Contamos com a sua presença.

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